Cientistas conseguiram acompanhar o movimento de um exoplaneta (que está fora do Sistema Solar) no momento em que ele se move de um lado da sua estrela para o outro.
De acordo com os astrônomos do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), ele tem a menor órbita já detectada em um exoplaneta observado diretamente, situando-se quase tão perto da sua estrela – chamada Beta Pictoris – como Saturno está do Sol.
Os astrônomos creem que o astro pode ter se formado de modo semelhante aos planetas gigantes do Sistema Solar. Como a estrela é bem jovem – 12 milhões de anos, enquanto o Sol tem mais de 4 bilhões –, a descoberta mostra que planetas gigantes gasosos podem surgir em poucos milhões de anos, uma escala de tempo curta em termos cósmicos.
Beta Pictoris tem 75% mais massa do que a nossa estrela e está localizada a cerca de 60 anos-luz de distância, na direção da constelação de Pictor. Trata-se de um dos exemplos mais conhecidos de uma estrela rodeada por um disco de poeira e “restos” de matéria – o tipo de ambiente onde se formam planetas. Os discos em torno de estrelas jovens se dispersam ao fim de alguns milhões de anos.
De acordo com os astrônomos do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), ele tem a menor órbita já detectada em um exoplaneta observado diretamente, situando-se quase tão perto da sua estrela – chamada Beta Pictoris – como Saturno está do Sol.
Os astrônomos creem que o astro pode ter se formado de modo semelhante aos planetas gigantes do Sistema Solar. Como a estrela é bem jovem – 12 milhões de anos, enquanto o Sol tem mais de 4 bilhões –, a descoberta mostra que planetas gigantes gasosos podem surgir em poucos milhões de anos, uma escala de tempo curta em termos cósmicos.
Beta Pictoris tem 75% mais massa do que a nossa estrela e está localizada a cerca de 60 anos-luz de distância, na direção da constelação de Pictor. Trata-se de um dos exemplos mais conhecidos de uma estrela rodeada por um disco de poeira e “restos” de matéria – o tipo de ambiente onde se formam planetas. Os discos em torno de estrelas jovens se dispersam ao fim de alguns milhões de anos.
Fonte:Diário Catarinense
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