Um dos objetivos da nova equipe de coordenação política de Dilma Rousseff é atrair dissidentes do PMDB. No Senado, um dos líderes do grupo peemedebista não alinhado ao Planalto, Jarbas Vasconcelos, 69, ainda não se sensibilizou. "A base é muito grande para uma pessoa [Dilma] que não tem jogo de cintura e quer ganhar sempre no grito e na cara feia", declarou Jarbas à Folha de S.Paulo e ao UOL. Sua residência em Brasília é uma das sedes das reuniões de oito senadores peemedebistas anti-Planalto -- inclusive Eduardo Braga, recém-nomeado líder do governo no lugar de Romero Jucá (RR). Folha/UOL - Eduardo Braga (AM) como líder muda algo? Jarbas Vasconcelos - Não muda muita coisa. [Mas] não é uma troca de seis por meia dúzia tirar Romero Jucá e colocar Eduardo Braga. É preciso apenas ter sequência. Os dissidentes do PMDB votarão a favor do governo? Não. A presidente não tem buscado mais ética na política? Quando Dilma tomou aquelas providências no Ministério dos Transportes, eu imaginei que ela ia dar continuidade. [Mas] ela não fez faxina coisa nenhuma. Lula deve ter gritado, a base fisiológica deve ter passado o recibo. Ela escondeu a vassoura atrás da porta. Não houve limpeza? Foi a mídia que levou o governo ao estrangulamento e às demissões dos ministros. Não foi um processo modelado e executado por ela. O sr. acha então que a presidente está longe de romper com as práticas de fisiologismo e clientelismo? Acho. Acho que é um governo perdido. Lula foi eleito há nove anos com duas bandeiras. Moralidade e reformas. Nem fez reformas e não inventou a corrupção no Brasil, mas botou a mão em cima dos corruptos. Criou uma grande base de apoio e inventou Dilma. E Dilma não tem os atributos que são de Lula -malícia e carisma. Lula tinha paciência. Ela, não. É uma pessoa muito arrogante. Lula até engolia sapo e depois até vomitava. Não tem jogo de cintura. Quer ganhar no grito, quer ganhar com cara feia. O que Dilma deveria fazer? Se quiser conversar com o grupo da gente, eu converso. Agora, eu não posso conversar para ser um aliado do governo, para votar com o governo. Eu quero saber o que é que ela vai fazer. Porque nós estamos com quase 15 meses de governo e o país é completamente medíocre. É uma presidente medíocre? Capenga. Não duvido das boas intenções de Dilma. Acho que ela tem uma ojeriza ao mal feito, mas convive com o mal feito. Mas o sr. acha que a presidente se disporá a falar com quem faz tantas críticas assim? Pela prática dela, não. Porque ela passa recibo. Ela se irrita com as pessoas, com os fatos, com editoriais dos jornais, com reportagens. Grita com os auxiliares. Como é que você pode ter uma equipe que você comanda no grito e no mau humor? Não pode. (* Folha de S.Paulo) |
Pesquisar este blog
sexta-feira, 23 de março de 2012
Dilma quer ganhar no grito e cara feia, diz Jarbas
Coluna da sexta-feira Magno
Os tarefeiros palacianos O massacre que o prefeito João da Costa sofre do PT não tem similar na história do Recife nem do seu partido. Os que querem derrubá-lo usam tom agressivo e desqualificam a sua gestão, esquecendo que o ex-prefeito João Paulo, quando tentou a reeleição em 2004, exibia impressionantes índices de rejeição, só revertendo depois da mancada de Cadoca em Brasília Teimosa. É estranha a aliança do senador Humberto Costa com João Paulo para impedir, à força, que o prefeito dispute a reeleição. Mais estranho ainda é tentar assimilar uma chafurdação nesse nível sem uma única intervenção do governador Eduardo Campos (PSB). A impressão que passa é que ele concorda e até estimula a briga entre as correntes do PT. Se o governador é a maior liderança da Frente Popular, da qual o PT integra, não há nenhum sentimento de sua parte que o mova para por um basta nisso? Diante do seu silêncio e da sua cumplicidade, digamos assim, dá para fazer ilações, entre as quais uma desconfiança geral de que ele (o governador) não deseja se abraçar com o projeto do prefeito e entregou a Humberto e João Paulo a dolorosa e espinhosa missão arquivar a reeleição. Quem detém poder tão concentrado, hoje no Estado, sem contestação, acha que pode tudo. E não lhe faltam tarefeiros ao seu redor! AFASTAMENTO – Se o governador diz que está equidistante do processo do Recife, segundo tenta vender a falsa ideia, o mais correto seria afastar de imediato o secretário de Governo, Maurício Rands, que se apresenta como pré-candidato no PT para barrar o direito do prefeito João da Costa de disputar a reeleição. Até para não ser acusado mais tarde de permitir interpretações maldosas de que Rands está usando a máquina estadual. A razão da queimação - O secretário de Agricultura, Ranilson Ramos, está provocando a ira de um grupo de deputados porque deixou vazar que disputa um mandato eletivo em 2014. Já declarou que sonha com uma vaga na Câmara dos Deputados, mas dizem tratar-se de blefe. Os estaduais irados o consideram um concorrente na Alepe e por isso mesmo querem queimá-lo com o governador. Know-how em corrupção - As empresas denunciadas no escândalo do Rio, entre elas a Toesa, esta contratada pelo Governo de Pernambuco, estão envolvidas em processos escusos há mais de 15 anos, segundo parecer do TCU. Dá para concluir que o governador Eduardo Campos foi muito mal assessorado. Afinal, como uma empresa estranha emplaca contratos no Estado sem nenhuma referência? Aliança vermelha - Um dia após a ex-deputada tucana Terezinha Nunes declarar apoio ao candidato do PTC a prefeito de Olinda, Ricardo Costa, o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, anuncia, hoje, formalmente, uma aliança com o PCdoB em Olinda em apoio à reeleição do prefeito Renildo Calheiros. Será às 15 horas na sede estadual da legenda tucana. Afogados na agenda - A ex-prefeita de Afogados da Ingazeira, Giza Simões (PSDB), tem encontro agendado com o presidente estadual do PR, Inocêncio Oliveira, na próxima segunda-feira. Na pauta, a discussão de uma aliança pelo qual os republicanos indicarão o candidato a vice-prefeito na chapa da tucana. Giza lidera, hoje, todas as pesquisas de intenção de voto no município. CURTAS O DOBRO– Enquanto o prefeito do Recife, João da Costa, deu 7.35% de aumento aos servidores municipais, em Caruaru o prefeito José Queiroz (PDT) ofereceu mais de o dobro – 15% - para os funcionários da Destra em greve. Há quem acredite que o movimento tomou um rumo político provocado pelo clima pré-eleitoral. ESQUECIDO– Embora seja da CNB, tendência liderada pelo senador Humberto Costa, o presidente estadual do PT, Pedro Eugênio, não foi consultado quanto ao lançamento da candidatura anti-João da Costa do deputado Maurício Rands. Por isso, tem dito por aí que está se afastando do grupo humbertista. PERGUNTAR NÃO OFENDE – Por que o presidente municipal do PT, Oscar Barreto, mudou o tom em defesa da reeleição de João da Costa depois que surgiu a candidatura Rands? |
Jarbas diz que oposição terá apenas dois candidatos no Recife
Em entrevista ontem em Brasília ao programa Poder e Política, do portal UOL e projeto Folha, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB/PE) avaliou as eleições municipais do Recife, agora em 2012. Reiterou que não é candidato à sucessão, ao garantir que esse não é seu projeto político. “Não sou candidato. Nós temos lá um campo de oposição. O PSDB já definiu um candidato. E há outro campo de PPS, DEM e PMDB que está tentando definir candidato”, explicou, ao jornalista Fernando Rodrigues. Ao aprofundar os questionamentos em torno dos prováveis nomes do campo PMDB, PPS e DEM, citou os nomes de Raul Jungmann (do PPS), Raul Henry (PMDB) e Mendonça Filho (DEM) como opções e garantiu que não tem predileção por nem um deles. “Eu apoio o que for candidato”, embora reconhecesse o seu apadrinhado político, Raul Henry, como sendo um grande quadro. “Cada um tem as suas características. Mas é difícil você dizer isso. O mais bem avaliado hoje em pesquisas é o Mendonça Filho. Mas Raul (Henry) é um grande quadro. O Raul Jungmann também é. Eles estão conversando. Criaram a tal da Mesa da Unidade, foi uma coisa boa que se criou lá em Pernambuco, no Recife. E a gente espera até meados de abril resolver isso. Vamos ter dois candidatos. É uma estratégia. Um do PSDB e um nosso”, adiantou o senador, ao Folha/UOL. |
"Eduardo é nome forte para 2018"
Ainda na entrevista ao programa Poder e Política, do grupo UOL/Folha, ontem em Brasília, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) fez uma avaliação da gestão do seu arquirrival, o governador Eduardo Campos (PSB). Jarbas admitiu que a gestão é boa e que está bem avaliada pela população. Também considerou o nome do governador para a disputa presidencial de 2018. “Quando a pessoa está bem avaliada, não adianta eu dizer a você, por ser adversário, de que ele não presta. De que o governo é ruim. O governo é aprovado porque ele tem a aprovação da população. Porque ele encontrou um Estado arrumado e deu sequência a isso, deu consequência a isso”, declarou Jarbas. O senador foi mais além. Ao ser indagado sobre o fortalecimento de Eduardo Campos no cenário nacional e suas intenções de dar voos mais altos, disse que o acha competitivo para uma disputa presidencial, não agora em 2014, mas em 2018. “Ele (Eduardo) é um quadro novo. Está se saindo bem no governo de Pernambuco. Eventualmente é um dos candidatos. Não para essa eleição de 2014, eu não acredito. Mas ele é jovem, é uma pessoa com menos de 50 anos”, argumentou. No meio a entrevista, Jarbas explicou que o projeto de Eduardo é nacional. “Pode ser para 2018. Ele tem uma boa avaliação e eu vou dizer aqui uma coisa que não deveria nem dizer, porque não tenho essa relação com ele. Ele só cresce e só se sedimenta a nível nacional quando sinalizar a diferença dele para o PT”. Para Jarbas, enquanto Eduardo estiver atrelado ao PT, terá dificuldades de galvanizar o eleitorado do Sul e se consolidar no Nordeste. “Ele tem que sinalizar que as práticas dele são diferentes das do PT. Porque Lula tem uma boa avaliação, mas o PT não tem essa avaliação”, concluiu Jarbas. |
terça-feira, 20 de março de 2012
A TV Cultura não é pública. Ela é tucana
Opinião
Uma tevê pública é uma tevê pública, é uma tevê pública e é uma tevê pública, diria a senhora Stein. Pública. Um bem de todos, sustentado pelo dinheiro dos contribuintes. Uma instituição permanente, acima das contingências políticas, dos interesses de grupos, facções, partidos. A Cultura de São Paulo já cumpriu honrosamente a tarefa. Nas atuais mãos tucanas descumpre-a com rara desfaçatez.
A perfeita afinação entre a mídia nativa e o tucanato está à vista, escancarada, a ponto de sugerir uma conexão ideológica entre nossos peculiares social-democratas e os barões midiáticos e seus sabujos. A sugestão justifica-se, mas, a seu modo, é generosa demais. Indicaria a existência de ideias e ideais curtidos em uníssono, ao sabor de escolhas de vida orientadas no sentido do bem-comum. De fato, estamos é assistindo ao natural conluio entre herdeiros da casa-grande. -Nada de muito elaborado, entenda-se. Trata-se apenas de agir com a soberana prepotência do dono da terra e da senzala.
E no domingo 11 sou informado a respeito do nascimento de uma TV Folha. Triunfa nas páginas 2 e 3 da Folha de S.Paulo a certidão do evento, a prometer uma nova opção para as noites de domingo na tevê, com a jactanciosa certeza de que no momento não há opções. E qual seria o canal do novo programa? Ora, ora, o da Cultura. Ocorre que a tevê pública paulista acaba de oferecer espaço não somente à Folha, mas também a Estadão, Valor e Veja. Por enquanto, que eu saiba, só o jornal da família Frias aproveitou a oportunidade, com pífios resultados, aliás, em termos de audiência na noite de estreia.
Até o mundo mineral está em condições de perceber o alcance da jogada. Trata-se de agradar aos mais conspícuos barões da mídia, lance valioso às vésperas das eleições municipais no estado e no País. E com senhorial arrogância, decide-se enterrar de vez o sentido da missão de uma tevê pública. Tucanagens similares já foram cometidas em diversas oportunidades nos últimos anos, uma delas em 2010, o ano eleitoral que viu José Serra candidato à Presidência da República. Ainda governador, antes da desincompatibilização, Serra fechou ricos contratos de assinatura dos jornalões destinados a iluminar o professorado paulista.
Do volumoso pacote não constava obviamente CartaCapital, assim como somos excluídos do recente convite da Cultura. O que nos honra sobremaneira. Diga-se que, caso convidados (permito-me a hipótese absurda), recusaríamos para não participar de uma ação antidemocrática ao comprometer o perfil de uma tevê pública, amparada na indispensável contribuição de todos os cidadãos, independentemente dos seus credos políticos ou da ausência deles.
Volta e meia, CartaCapital é apontada como revista chapa-branca, simplesmente porque apoiou a candidatura de Lula e Dilma Rousseff à Presidência da República. Em democracias bem melhor definidas do que a nossa, este de apoiar candidatos é direito da mídia e valioso serviço para o público. Aqui, engole-se, sem o mais pálido arrepio de indignação, a hipocrisia de quem se pretende isento enquanto exprime as vontades da casa-grande. Há quem se abale até a contar os anúncios governistas nas páginas de CartaCapital, e esqueça de computar aqueles saídos nas demais publicações, para provar que estamos aos préstimos do poder petista.
Fomos boicotados durante os dois mandatos de Fernando Henrique e nem sempre contamos com o trato isonômico dos adversários que tomaram seu lugar. Fizemos honestas e nítidas escolhas na hora eleitoral e nem por isso arrefecemos no alerta perene do espírito crítico. Vimos em Lula o primeiro presidente pós-ditadura empenhado no combate ao desequilíbrio social, embora opinássemos que ficou amiúde aquém das chances à sua disposição. E fomos críticos em inúmeras situações.
Exemplos: juros altos, transgênicos, excesso de poder de Palocci e Zé Dirceu, Caso Battisti, dúbio comportamento diante de prepotências fardadas. E nem se fale do comportamento do executivo diante da Operação Satiagraha. Etc. etc. Quanto ao Partido dos Trabalhadores, jamais fugimos da constatação de que no poder portou-se como os demais.
Hoje confiamos em Dilma Rousseff, de quem prevemos um desempenho digno e eficaz. O risco que ela corre, volto a repetir na esteira de agudas observações de Marcos Coimbra, está no fruto herdado de uma decisão apressada e populista, a da Copa de 2014. Se o Brasil não se mostrar preparado para a empreitada, Dilma sofrerá as consequências do descrédito global.
No mais, desta vez dirijo minha pergunta aos leitores em lugar dos meus botões: qual é a mídia chapa-branca?
Mino Carta é diretor de redação de CartaCapital. Fundou as revistas Quatro Rodas, Veja e CartaCapital. Foi diretor de Redação das revistas Senhor e IstoÉ. Criou a Edição de Esportes do jornal O Estado de S. Paulo, criou e dirigiu o Jornal da Tarde. redacao@cartacapital.com.br
Universal X Mundial: Malafaia e Cristiane Cardoso emitem opiniões
A polêmica reportagem veiculada pela Record no domingo (18), com ataques diretos e denúncias sobre o enriquecimento do líder da Igreja Mundial do Poder de Deus, Valdemiro Santiago, vem gerando muitas manifestações pró e contra as igrejas. Uma delas foi a da filha de Edir Macedo e outra a do pastor Silas Malafaia.
A filha do bispo Edir Macedo e proprietário da Record, Cristiane Cardoso, postou um comentário em defesa do pai em seu blog em que disse que “agora vai chover de incrédulo, que se diz crente, o defendendo (Valdemiro)”.
Cristiane segue falando sobre quem defende o líder da Mundial, fazendo uma alusão à luta do bem contra o mal. “Aqueles que se deixam ser usados pelo mal, na verdade, estão em guerra com aqueles que se deixam ser usados pelo bem. Ora, como pode haver paz entre esses dois?”
A filha do dono da Universal ainda afirmou que comentários em defesa de Valdemiro não seriam aceitos no blog e comparou o líder da Mundial a um “falso profeta”. “Se Deus é contra isso, por que o Novo Testamento está cheio de passagens contra esses tipos de falsos profetas e apóstolos?”, questiona.
Comparando a disputa de poder entre as duas denominações, a uma “guerra espiritual”, Cristiane deixa claro que o pai pertence ao lado do “bem”: “estamos numa guerra espiritual. Quem é inteligente se define de uma vez por todas e decide de qual lado ficar, o de Deus ou o do diabo”, afirma.Fonte:http://portugues.christianpost.com/
Já o pastor Silas Malafaia, da Igreja Vitória em Cristo, em outro texto em seu site Verdade Gospel, afirma que Edir Macedo e Valdemiro Santiago “são farinha do mesmo saco”.
Citando o episódio em que Macedo foi denunciado por enriquecimento ilícito, ele diz que o líder da Universal “agora usa do mesmo expediente para atacar e denegrir um outro pastor, e com isto expor ao ridículo pastores e as Igrejas evangélicas”.
“Por algum acaso a Rede Record, que está no nome dele, foi comprada com o dinheiro de quem? Foi comprada com ofertas do povo de Deus”, aponta Malafaia.
O pastor da igreja Vitória em Cristo ainda enfatiza que ambos os líderes religiosos possuem grande espaço na mídia – jornais, rádios e televisão – e que apesar disso não usam esse espaço em prol do reino de Deus.
“Quando você viu Macedo, ou Valdemiro defender alguma posição em relação à Igreja evangélica como um todo?”, aponta.
Malafaia ainda comenta sobre os escândalos e exposição dos evangélicos com o episódio e sentencia: “como diz a Bíblia, Deus não se deixa escarnecer, está tratando com os dois, e se bobearem vão se autodestruir”.
A águia e o dragão
CHINA
| Ano decisivo. A abertura do Parlamento de 2012 marca uma virada histórica nas prioridades do regime e em seu papel mundial. Foto: Liu Jin/AFP Vicejou nos anos 2000 a ideia de que os EUA e a China vivem uma simbiose, a “Chimérica”, um sistema único que representava um quarto da população, um terço da economia e metade do crescimento do planeta, no qual chineses financiam e abastecem estadunidenses que em troca lhes oferecem seu mercado consumidor e financeiro. Combinada à ilusão monetária causada pela subvalorização do yuan, que fez o peso do setor externo na economia chinesa parecer maior do que realmente é, essa meia-verdade criou a ilusão de que Pequim teria seu crescimento pautado pelos EUA e jamais ousaria desafiá-lo. Mas a reação da China à crise de 2008 mostrou que o país quer -continuar a crescer sem depender do Ocidente e tem planos mais ambiciosos do que lhe servir de periferia industrial. E o próprio inventor da Chimérica, o historiador britânico Niall Ferguson, passou a prever, em 2010, o fim da parceria. Enquanto tentam promover o uso internacional do yuan com acordos bilaterais com parceiros comerciais, os chineses começaram a reduzir rapidamente o peso dos títulos do tesouro dos EUA em suas reservas. Em 2002, 75% das reservas chinesas eram denominadas em dólares e esse número pouco se alterou até 2006, mas caiu para 65% em 2010 e para 54% em meados de 2011: 1,73 trilhão de dólares em um valor total equivalente a 3,2 trilhões. No final de 2011, o valor parece ter caído para 1,15 trilhão. A compra de T-bonds representou apenas 15% do crescimento das reservas chinesas nos 12 meses terminados em 30 de junho de 2011, ante 45% em 2010 e 65% na média dos últimos cinco anos. Nem a crise do euro reverteu a tendência – pelo contrário, os chineses aproveitaram seu barateamento para acelerar a diversificação, enquanto países como Japão e Brasil continuam a financiar Tio Sam. Outro movimento é o deslocamento do foco da economia, das exportações para o mercado interno. Isso significa reduzir incentivos e privilégios dos exportadores e melhorar os salários e benefícios sociais dos trabalhadores para que estes se sintam seguros para consumir mais e poupar menos. Ao mesmo tempo, aumenta a preocupação do governo com reduzir emissões de carbono e melhorar os padrões de saúde, educação e preservação ambiental. É uma operação delicada, pois mexe com as estruturas econômicas e interesses consolidados e a transição pode criar desemprego em setores e metrópoles inteiras que se criaram em -função do mercado externo – como, por exemplo, Shenzhen, que saltou de 300 mil para 10 milhões de habitantes em 30 anos, ao se tornar a mais importante Zona Econômica Especial do país. Significa também desacelerar o crescimento. Em 5 de março, o primeiro-ministro Wen Jiabao abriu a Assembleia Popular Nacional com o aviso de que em nome de um “crescimento sustentável e de melhor qualidade”, a meta de expansão do PIB em 2012 será de “apenas” 7,5%. É a primeira vez, desde que medidas anti-inflacionárias reduziram o crescimento a 4% em 1989-90 e criaram o clima para os protestos da Praça Tiananmen, que o governo chinês se atreve a deixar o país crescer menos de 8% ao ano. Hoje, o crescimento da força de trabalho é menor, mais de metade já vive em cidades e o êxodo rural é menos intenso, ao -mesmo tempo que a maior ênfase no mercado interno significa mais crescimento dos serviços e menos de indústrias de capital intensivo, absorvendo mais mão de obra com menos crescimento. Isso joga água fria na fervura dos setores minerais e agrícolas de outros países que faziam a festa com o boom industrial chinês, mas pode ser bom para seus setores industriais. Com maiores custos de mão de obra e crescimento mais direcionado ao mercado interno, a China concorrerá menos e oferecerá mais oportunidades, enquanto se volta para produtos mais sofisticados. O país que desde 2007 é o maior exportador do mundo será em 2014 também o maior importador, segundo as projeções de The Economist. Superará os EUA no tamanho de vendas no varejo também em 2014 e em gastos dos consumidores em 2023. Vale lembrar que em 2010 já o ultrapassou em produção industrial, consumo de energia e vendas de veículos. Mas a transformação da China em superpotência tem um aspecto mais incômodo para o Ocidente, que é o crescimento de seu poderio militar e estratégico. Sua capacidade militar há muito basta para a defesa, mas a transformação da nação fechada e autossuficiente da era maoísta em potência que demanda insumos de todo o planeta – inclusive da América Latina e África, que EUA e União Europeia, respectivamente, tratavam como seus “quintais” – implica, mais cedo ou mais tarde, em capacidade militar para dissuadir rivais de ameaçar seus aliados, fornecedores e rotas comerciais em todo o planeta. Mesmo com o pé no freio da economia, Pequim amplia suas forças armadas. No orçamento de 2012, os gastos militares crescem oficialmente 11,2% (ante 12,7% em 2011) e atingem 106 bilhões de dólares e 2,1% do PIB. Ainda é muito menos que os 739 bilhões e 4,8% do PIB dos EUA, mas as projeções de The Economist sugerem que a China deve superar os EUA em PIB real em 2016, em PIB nominal por volta de 2018 e em gastos militares em 2025. O que isso significa, em termos qualitativos, é mais difícil de prever. Em 2011, a China apenas começou a testar seu primeiro porta-aviões e seu primeiro caça furtivo (o Mighty Dragon J-20, comparável ao Raptor F-22 dos EUA), áreas onde Washington lidera há décadas. Seu arsenal nuclear, comparável ao da França ou Reino Unido, ainda é o de uma potência de segunda classe. Rearmamento. Caça furtivo e porta-aviões mostram disposição da China de criar forças capazes de impor respeito ao Ocidente. Foto: Wang Xizeng/AFP Mas os chineses já mostraram a seus rivais sua capacidade de queimar etapas (inclusive, por exemplo, com seu programa espacial) e são hoje a única das cinco potências nucleares tradicionais a expandir seu arsenal atômico. Segundo o Bulletin of the Atomic Scientists, tinham 240 ogivas em 2011 (EUA e Rússia têm cerca de 5 mil cada um). Só 40 delas, hoje, podem -alcançar os EUA, mas devem ser mais de 100 em 2025 e estão construindo novos submarinos e mísseis navais capazes de colocar a outra margem do Pacífico dentro de seu raio de ação. Além disso, a habilidade dos hackers chineses na sabotagem e espionagem cibernéticas surpreendeu o Pentágono, que reage com atraso ao criar sua própria força de “ciberguerreiros”. E as articulações geopolíticas da China já são mundiais. Têm dois eixos que se sobrepõem parcialmente e permitem superar a Chimérica. Um, econômico e comercial, é o bem conhecido BRICS. Sigla criada em 2003 por um analista do Goldman Sachs para países que pareciam só ter tamanho e potencial em comum, tornou-se, a partir de 2009, um clube real, com reuniões anuais e políticas comuns (e a África do Sul como sócio menor). A “cola” que os uniu é a China, hoje a maior parceira comercial de cada um dos outros integrantes e sua aliada na maioria dos conflitos com os países ricos e na gradual construção de alternativas ao comércio em dólares. O outro eixo, de segurança e defesa, é a Organização de Cooperação de Xangai, que abrange China, Rússia e as repúblicas ex-soviéticas da Ásia Central (exceto, por enquanto, o Turcomenistão), com a Índia, Irã, Paquistão e Mongólia como observadores: no conjunto, mais da metade da população da Terra. Fundada em 2001 para supressão de dissidentes, separatistas, narcotraficantes e “terroristas”, começou exercícios militares e projetos conjuntos de energia e infraestrutura e expulsou os EUA de sua base no Uzbequistão. Não é uma aliança militar rígida sob um comando unificado, como é a Otan ou foi o Pacto de Varsóvia, mas em termos práticos, a China assegurou prioridade no acesso ao petróleo e minérios da Rússia e Ásia Central que o Ocidente esperava controlar nos anos 1990 e a cooperação militar do Kremlin enquanto lhe faltam seus meios próprios de ação mundial. Os EUA, por certo, não estão alheios a esse processo. Sua resposta é reformular sua estratégia e redistribuir tropas e comandos que, 20 anos depois do fim da União Soviética, ainda refletiam as prioridades da Guerra Fria, concentrando-se ao longo da extinta “cortina de ferro”. Nos últimos anos, foram criados comandos militares para a África e a América Latina, regiões antes asseguradas, mas onde hoje Pequim disputa influência. E em 6 de janeiro, Barack Obama anunciou uma nova estratégia cuja prioridade evidente é prevenir a hegemonia da China na região da Ásia, Pacífico e Índico. Anunciou novas bases militares na Austrália e Filipinas, ofereceu apoio a Hanói, que disputa com Pequim o mar da China Meridional e tenta seduzir Myanmar e cortejar a Índia, para prevenir uma maior aproximação com os chineses. A queda de braço com os regimes da Síria e Irã também faz mais sentido como parte desse jogo de xadrez do que como reação à improvável ameaça de Teerã ao Ocidente. Trata-se de tentar mostrar à plateia afro-latino-asiática que o bloco da Eurásia não é forte o bastante para proteger seus pupilos quando a Aliança Atlântica se decide a agir. Mas como na crise dos mísseis de Cuba, há o risco de qualquer passo em falso fazer o jogo sair do controle – e, mesmo que o pior não aconteça, de voltar a fazer pender a ameaça de aniquilação sobre toda a humanidade por mais uma geração. Fonte:Carta Capital |
Todos os desembargadores e juízes de SP investigados
A corregedoria do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) vai ampliar suas investigações sobre os rendimentos da cúpula do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, estendendo seu trabalho a todos os 354 desembargadores da corte e também alguns juízes da primeira instância. Um dos desembargadores do TJ de São Paulo é Henrique Nelson Calandra, presidente da AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), protagonista do embate da categoria com a corregedora do CNJ, Eliana Calmon. A entidade pediu que o STF (Supremo Tribunal Federal) restringisse o poder de investigação do CNJ, mas o pedido foi rejeitado em fevereiro. A investigação marca a retomada das inspeções que o CNJ planejara fazer no ano passado antes da crise que atingiu o Judiciário depois que os juízes recorreram ao STF contra a corregedoria. Agora também serão analisados pagamentos de licenças-prêmio que desembargadores receberam pelos anos em que atuaram como advogados no setor privado, verbas corrigidas irregularmente e pagamentos feitos sem emissão de contracheque.(Folha de S.Paulo). |
Coluna da terça-feira do Magno
O nome é Armando O candidato do bloco alternativo a prefeito do Recife vai sair, sim, do conjunto da Frente Popular, mas somente será conhecido após o PT oficializar João da Costa à reeleição. Diante do impasse gerado no PT, que parece insolúvel, o senador Armando Monteiro Neto (PTB) adotou a estratégia de mudar o seu discurso, assumindo a sua pré-candidatura, após os petistas sacramentarem o nome do prefeito. Aliados do senador argumentam que seria um tremendo equívoco anunciar o candidato dos alternativos sem a garantia de que o PT viesse a marchar com a candidatura de João da Costa. Consideram que o prefeito, segundo atesta a nova pesquisa Maurício de Nassau, se apresenta como o melhor adversário para ser derrotado em razão dos seus altos índices de rejeição. Com o prefeito no páreo e sem uma candidatura alternativa na Frente Popular, os votos dos insatisfeitos tenderiam a migrar para a oposição. E por que Armando? O senador foi o mais votado no Recife, tem inserção na Região Metropolitana, foi testado como bom executivo na presidência da CNI e se constituiria no grande fato novo na sucessão da capital. Quanto a eventuais pressões da Frente Popular para barrar a sua candidatura, Armando enfrentaria de cabeça erguida, contestando a gestão João da Costa e com o forte argumento que seu nome também está inserido na base do Governo, não podendo, portanto, ser encarado como afronta ao governador Eduardo Campos (PSB). BAHIA ESVAZIADA– O governador da Bahia, Jacques Vagner (PT), pediu um encontro a presidente Dilma. Está magoado e insatisfeito com a falta de espaço para o Estado na Esplanada dos Ministérios. A Bahia perdeu os ministérios de Cidades e Reforma Agrária, além da Igualdade Racial e até o momento Dilma não sinalizou com nenhum tipo de compensação. O PMDB já deixou vazar se o PT abocanhar mais espaços no Governo, através da Bahia, vai abrir nova dissidência. Provocando o criador - João Paulo passou o dia ontem provocando a então cria João da Costa no twitter. Apresentou-se como o “poderoso”, comemorando o dobro das intenções de voto. Mas o ex-prefeito já esteve melhor. Caiu de 49% para 40% entre a primeira e a terceira sondagem do Instituto Maurício de Nassau. O segredo de Custódia - Em entrevista, ontem, ao Frente a Frente, o prefeito de Custódia, Neemias Gonçalves (PSB), apontou a receita para aparecer na liderança estadual entre os municípios com boa gestão fiscal, segundo estudo da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro: não comprometer a receita com pessoal nem endividar o município. Sua folha compromete apenas 48% da receita. Troféu traíra - O deputado Adalberto Cavalcanti (PHS) é imbatível na corrida para arrebatar o “Troféu traíra”. Uma semana após comunicar ao pré-candidato do PT a prefeito de Petrolina, Odacy Amorim, que o apoiaria, sofreu uma metamorfose, pulando para o palanque do socialista Fernando Bezerra Filho. Deve, claro, ter lá suas razões que a própria razão desconhece. Valdeir candidato - Na condição de principal liderança do PRB no Estado, o deputado federal Vilalba de Jesus acredita que em Araripina o partido pode ter candidato próprio, o empresário e ex-prefeito Valdeir Batista. Valdeir admite apoiar o prefeito Alexandre Arraes (PSB), mas Vilalba acha que ele é o candidato mais competitivo e não tomará nenhuma decisão sem ouvir o PRB. CURTAS IMPRESSÃO– Desconfiado de que Armando será o candidato dos alternativos, o secretário de Turismo, André Campos, soltou o verbo, ontem, num debate: “Não fica bem seis meses depois de discutir uma candidatura alternativa vazar que transferiu o título para o Recife. A impressão é que é candidato”. O PIOR– O prefeito de Paudalho, Fernando Moreira (PTB), não deu um pio, ontem, sobre o estudo da Federação das Indústrias do Rio no qual o seu município aparece como o pior em gestão fiscal. Entre os com péssimo desempenho na área, Pernambuco contribuiu com 60 municípios, um terço. PERGUNTAR NÃO OFENDE – Quando o Tribunal de Contas do Estado julgará as contas de Luciana Azevedo na Fundarpe? |
segunda-feira, 5 de março de 2012
Quer saber mais? Siga o Blog do Jadiel acesse o Link www.blogdojadiel.blogspot.com
Você agora fica atualizado e recebe muito mais informação para gerar sua opinião acessando o Blog do Jadiel siga o Link www.blogdojadiel.blogspot.com
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Lei da “Ficha Limpa” deve tirar Pedoca da disputa pela reeleição da prefeitura de São Vicente Ferrer
DESEJA SABER MAIS SOBRE ESTA NOTÍCIA ACESSE O BLOG DO JADIEL, SIGA O
LINK; www.blogdojadiel.blogspot.com
LINK; www.blogdojadiel.blogspot.com
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Coluna da quarta-feira do Magno
Eduardo, o He-Man O governador Eduardo Campos (PSB) já definiu os seus candidatos preferenciais pelos quais fará um esforço descomunal para eleger usando a força que detém, hoje, no cenário local. No Recife, vai com a reeleição do prefeito João da Costa, embora o PT continue rachado ao meio. Neste caso, prevalece é a tese de provar que tem capital político e eleitoral para garantir mais um mandato a alguém que não lhe fará sombra no futuro. Ainda na Região Metropolitana, Olinda e Jaboatão estão na sua agenda. Na Marim dos Caetés quer reeleger, a qualquer custo, o prefeito Renildo Calheiros (PCdoB), que anda muito mal das pernas, sendo um dos mais reprovados do Estado. Já em Jaboatão, o esforço do governador será muito maior. Quem imaginava que o deputado João Fernando Coutinho havia transferido seu domicílio de Água Preta, na Zona da Mata, para Jaboatão com o intuito de barganhar a vice do prefeito Elias Gomes (PSDB), delirou. Eleger o aliado socialista em Jaboatão é a consagração de um novo mito. Na parábola política, a vitória da formiguinha sobre o elefante. Afinal, Coutinho não tem identidade nem vínculos afetivos com o município. Por fim, em Garanhuns o todo-poderoso não abre mão do projeto de eleger Antônio João Dourado, atual prefeito de Lajedo. É ponto de honra, traduz um interlocutor privilegiado do governador. Eleger postes requer muita gordura para queimar. Na condição de governador mais popular do País, Eduardo acha que pode tudo. É o He-Man, herói das fábulas infantis, que mostra a espada e grita: “Eu tenho a fooooooorça”. ENVOLVIMENTO ZERO– No caso de Petrolina, o governador manifestou ao mesmo interlocutor que não se envolverá no imbróglio PT x PSB. Ali, a legenda socialista vai com a candidatura do deputado Fernando Bezerra Filho, herdeiro político do ministro da Integração. Mas sem unir a Frente Popular. O PT acolheu o ex-socialista Odacy Amorim, cria política de Fernando Bezerra, o pai. Que lidera todas as pesquisas e diz que não abre nem para um trem carregado de pólvora. Obras inacabadas - A oposição em Olinda fez um tremendo barulho para protestar contra a paralisação das obras do Canal da Malária. O grande culpado é o prefeito Renildo Calheiros (PCdoB), que parece ter concluído curso de especialização em projetos inacabados. Basta dar uma olhadinha na Avenida Presidente Kennedy e no restaurante popular de Peixinhos. Dois cemitérios! Confiança em Queiroz - Quanto a Caruaru, o governador, segundo essa mesma fonte privilegiada, não terá uma participação tão ativa e firme quanto em Jaboatão, Olinda, Recife e Garanhuns. Ele confia no taco do prefeito José Queiroz (PDT) e nas intervenções que o Estado vem fazendo para melhorar a saúda e os serviços no município e na região, como a duplicação da BR-104. Tio contra sobrinho - Rompido com o prefeito de Abreu e Lima, o sobrinho Flávio Gadelha (PMDB), o ex-prefeito Jerônimo Gadelha (PSB) confirmou, ontem, que sai candidato a prefeito. “Não pensava mais em disputar eleições, mas estou sendo convencido pela população em função do desastre da atual gestão municipal”, afirmou. Gadelha não tem ainda o aval do Palácio. É de família - Os problemas coronários que forçaram, ontem, o vice-governador João Lyra Neto (PDT) a implantar ponte de safena em São Paulo, têm origem na herança familiar. O pai João Lyra Filho, embora desaparecido com a idade já bem avançada, era safenado. E o ex-ministro Fernando Lyra, irmão, já implantou quatro pontes e uma mamária. CURTAS CANDIDATO – Em Araçoiaba, o médico Fernando Augusto, hoje exercendo mandato de vereador em Carpina, será candidato a prefeito pelo PTB, com apoio efetivo do senador Armando Monteiro Neto. Augusto tem relevantes serviços prestados ao município e pode se traduzir na grande surpresa. TÁ FORA– O vice-prefeito de Caruaru, Jorge Gomes (PSB), descartou, ontem, no Frente a Frente, a possibilidade da sua mulher Laura Gomes, secretária estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, vir a disputar a Prefeitura. “Nosso candidato à reeleição é José Queiroz”, enfatizou. PERGUNTAR NÃO OFENDE – Além de Mário Negromonte (Cidades), quem mais vai dançar na equipe da presidente Dilma? Quer saber mais? Siga também o Blog do Jadiel acesse o Link www.blogdojadiel.blogspot.com |
Assinar:
Postagens (Atom)
.jpg)